terça-feira, 27 de maio de 2014

OMV 1ºCapítulo

Oláaaaa 
AO INFINITO!!!!
Vim trazer o que prometi =)
Sei que é difícil andar por aqui pelo blogger, mas irei fazer o meu melhor!
Espero que gostem da Primeira parte do Meu Vampiro =)
Beijinhos!

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*Filipa*

T
udo estava muito calmo e eu sentia-me um pouco em paz. A vida corria normalmente desde o acidente, aquele terrível acidente que tinha tomado a vida da minha família. Estava noiva de um rapaz maravilhoso, tinha uma família bem constituída e amava-os a todos, mãe, pai, irmã e avó.
Estávamos todos a ir de férias para o estrangeiro como sempre queria ter ido, e quando estávamos a entrar na fronteira com França um camião descontrolou-se e atravessou-se á nossa frente.
O meu pai como estava cansado não conseguiu virar a tempo a carrinha de sete lugares e o camião chocou connosco sem querer abrandar, o nosso carro rolou estrada fora sem qualquer dó nem piedade, o que fez que eu acorda-se uns meses depois no hospital, pois tinha estado em coma induzido, e só dois meses depois recuperei a consciência, o que me fez sentir zonza e atordoada. 
Os médicos apareceram todos apressados para me retirar as máquinas em que eu tinha estado ligada durante aquele tempo, e ao poucos e poucos foram desaparecendo, deixando-me sozinha com um fraco sentido de liberdade.
Mas as noites iam-se prolongando e eu tinha sempre o mesmo pesadelo. A aproximação do camião, a carrinha a girar!
Deus do céu! Apesar de já terem passado dois anos a memória e o remorso ainda continuam bem presentes no meu dia-a-dia.
Durante os primeiros meses depois do acidente, eu andava a aprender novamente a andar, pensar sem desesperar, etc.
Só depois de um ano, eu voltei ao normal, mas já não era mais eu (para dizer a verdade essa pessoa já nem existia mais), tinha mudado e muito, a base, é que já ninguém me reconhecia.
Antes era uma rapariga alegre e sempre a que tinha montes de amigos e amigas, apesar de nem sempre gostarem de mim como pessoa, aceitavam-me como era, mas infelizmente, isso foi á muito tempo! Agora sou mais um dos “desempregados” com dinheiro do nosso país, e além disso virei para gótica, infelizmente, mas estou bem e sinto-me bem assim.
Não foi algo planeado, mas a maquilhagem ajuda a disfarçar as minhas grandes olheiras e nenhum tipo de creme o faz tão bem quanto uma base preta bem carregada.
- Filipa, nós já deveríamos estar no restaurante!
Não olhei para ela pois estava a colocar o rímel, mas no final, olhei para ela e tentei perceber o porquê da inquietação.
- Sabes que odeio esses locais!
- Porquê? Só porque antes passavas lá a vida?
Olhei para ela de lado e percebi exactamente ao que ela se queria referir, o que a colocou muito incómoda.
-Pois, eu não tenho culpa disso!
Baixou a cabeça e percebi que ela estava arrependida.
- Não te preocupes Anabela, o que passou, passou!
Fui para ao pé dela e peguei-lhe na mão sem qualquer tipo de medo de ser afastada e saímos porta fora como duas adolescentes.
Era a primeira vez desde o acidente que eu tinha conseguido aproximar-me do restaurante da minha família. Eu continuava a administrá-lo, mas nunca mais lá tinha conseguido entrar novamente, pois tinha medo das recordações que emanavam daquele local e o que elas me poderiam vir a fazer, tornando-me numa louca!
Parei á frente da entrada principal como se no interior estivesse um monstro e sem que desse conta, eu tinha dado um passo atrás.
- Força Filipa! Vais ver que ele não morde!
Olhei para ela e tentei andar em frente, mas os meus pés estavam congelados no pavimento.
- Não me obrigues a entrar ai! Por favor!
- Faz esse pequeno esforço por mim.
A verdade é que estava congelada, mas aos poucos, algo começou a atrair-me para o interior e comecei a relaxar, andando a passos largos para o interior que nem um animal ansioso.
Ela agarrou-me no braço e entramos as duas com muita curiosidade do que iríamos ver.
Lá dentro receberam-me imediatamente com um sorriso na cara, o que eu retomei, mas que desapareceu de seguida pois deu-me um aperto cá dentro.
Deixei-me guiar por aquela enorme sala, que eu conhecia de um canto a outro, e estanquei quando eu vi pelo canto do meu olho a enorme mesa onde nós costumávamos jantar, eu e a minha família aos fins-de-semana, sem perdermos um único dia.
As imagens de imensa felicidade vieram em ondas e eu comecei a chorar sem qualquer pingo de bom senso.
- Desculpa, mas não irei conseguir fazê-lo!
Soltei-me do seu agarre e corri daquele local como o demónio foge da cruz.
- Filipa!
Sentia os olhos de toda a gente em cima de mim e pareciam sabe-se lá o quê!
E fugi como a cobarde que era!
Tinha a certeza e sempre soube que ainda não estava preparada para ir a aquele local, mas ela quis saber? Não! Claro que não! Também porque deveria?
Os sentimentos vieram novamente ao de cima e eu tentei suprimi-los, mas não consegui, pois vinham muito fortes. O sorriso da minha mãe, o carinho do meu pai, a esperança irremediável da minha avó, a vida incontrolável da minha irmãzinha e o amor incondicional do meu noivo!
Mas agora tinha sido tudo em vão, tinha perdido toda a minha razão para viver naquele acidente!
Saí dali para fora a correr sem dizer mais uma única palavra.
Choquei com uma pessoa no exterior e caí estatelada no chão enquanto chorava sem cessar.

domingo, 25 de maio de 2014

O MEU VAMPIRO

Olá!
Eu estou aqui para colocar uma das minhas histórias!
Esta é a única publicada e não será a unica a ser colocada aqui.
O Titulo dela é:

O MEU VAMPIRO


Vai retratar a história de Filipa e Ricardo.
 ELa, uma mera humana, com um passado traumático e sem um futuro á sua frente e, RIcardo, um vampiro nas suas ultimas hipóteses de salvação.
Estes dois estão destinados a se esbarrarem, mas será que tudo correrá bem?
Espero que gostem e apareçam kkkkk
Muitos beijinhos

Diana Carvalho